No final do mês passado, mais de 60 organizações de aborto, enviaram uma carta ao Governo do Reino Unido pedindo que o financiamento para “contracepção” fosse incluído no orçamento para o clima de 11 bilhões de libras (quase 79 bilhões de reais).

A carta foi endereçada a Alok Sharma, presidente da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP), segundo o jornal britânico, The Guardian. De 1º a 12 de novembro de 2021 acontecerá a 26ª COP (COP26) em Glasgow, Escócia.

No entanto, antes desse evento, Milão, Itália, receberá a Pre-COP do dia 28 de setembro a 2 de outubro para tratar com mais de 190 países sobre as suas expectativas para o clima.

Uma novidade para a conferência é tratar do financiamento do abordo dentro das discussões sobre o clima.

Qual a relação do clima com o aborto?

Entre os assinantes da carta aparece a milionária abortista Marie Stopes International, cujo diretor, Bethan Coble, justificou que o pedido é um clamor das comunidades, das mulheres e dos seus clientes que mais são afetados pela mudança climática.

“O que elas realmente querem é acesso à saúde reprodutiva, para que possam fazer escolhas sobre quando ou se terão filhos”, acrescentou Coble.

O documento também cita a ONU para o Meio Ambiente e diz que o investimento em “planejamento familiar em comunidades locais” irá ajudar a enfrentar as crises com o clima, bem como a biodiversidade e a poluição, na qual as mulheres poderiam assumir papéis de liderança.

Em 2009, foi apresentado na ONU um relatório semelhante que tentou relacionar o aborto com as mudanças climáticas, dizendo que as mudanças climáticas afetavam mulheres e crianças e que o mundo deveria reconhecer os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.



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