Um grupo de jornalistas pede a libertação de 11 cidadãos chineses detidos pelo Partido Comunista da China (PCCh) após fornecerem fotos para The Epoch Times lançando luz sobre a pandemia.

Todos os 11 são adeptos do Falun Gong, uma prática espiritual que tem sido fortemente perseguida pelo regime comunista por décadas. Eles têm sido mantidos em um centro de detenção chinês por mais de um ano desde sua prisão em julho passado.

As autoridades de Beijing inicialmente os acusaram de “usar um culto herético para sabotar a aplicação da lei”, uma acusação muitas vezes usada com adeptos e outros crentes chineses. O delito é punível à prisão perpétua, de acordo com a Procuradoria Do Povo Supremo, o principal órgão de acusação do regime.

O regime chinês tem um controle firme de informações relacionadas a pandemia em uma tentativa de suprimir qualquer notícia desfavorável, tal como número de mortes real, impacto das rigorosas políticas de lockdown, e informação sobre o funcionamento do laboratório em Wuhan, centro da teoria da origem do vazamento do vírus.

Funcionários do PCCh criticaram a suposta “politização” dos esforços dos Estados Unidos para rastrear a origem do corona vírus. Sem apresentar nenhuma evidência, a China exigiu que as autoridades investigassem laboratórios americanos antes da próxima divulgação de um relatório de inteligência dos Estados Unidos sobre o vírus.

Segundo China Aid, o relatório dos EUA pretende resolver disputas entre agências de inteligência considerando diferentes teorias sobre como o corona vírus surgiu, incluindo uma teoria outrora descartada sobre um acidente de laboratório chinês.



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