O ministro da Defesa Benny Gantz foi criticado por alguns de seus parceiros de coalizão na segunda-feira por se reunir um dia antes com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

“No lugar dele, eu não teria realizado a reunião porque Abbas paga salários às famílias dos terroristas. Ao mesmo tempo, eu não exagero sua importância”, disse Sa’ar, que dirige o partido, em entrevista à rádio 103 FM.

A crítica à reunião, a primeira entre os lados em mais de uma década, sublinhou a corda bamba política exigida pelo gabinete pluripartidário de Israel sobre questões diplomáticas desagradáveis, especialmente em relação aos palestinos.

 O governo, liderado pelo líder nacionalista Bennett, inclui partidos tanto da extrema direita quanto da extrema esquerda do espectro político, e os líderes deixaram claro que não terá capital político para prosseguir um reinício das conversações com os palestinos.

“Na minha opinião, este é um governo de unidade, e não precisa de passos [diplomáticos] da esquerda ou da direita”, disse Hendel à Rádio do Exército.

Hendel também disse que pessoalmente não teria se encontrado com Abbas, uma vez que ele nega o Holocausto e transfere salários para terroristas, não o vê como um parceiro. Sa’ar acrescentou que um estado palestino na Judéia e Samaria não será estabelecido sob nenhuma circunstância.

Foram reportados outros ministros que também estavam insatisfeitos com a visita, uma fonte sênior do governo disse que ‘Gantz está cuidando de seus próprios interesses políticos. Se o governo cair será por causa de sua conduta’.

Segundo The Times of Israel, Gantz respondeu às alegações dizendo que a reunião foi exclusivamente para fins de segurança e foi coordenada com outros ministros e, propositalmente, manteve um perfil discreto.



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