O islâmico palestino, Sheikh Issam Amira, convocou o Talibã a declarar um califado no Afeganistão durante um discurso na mesquita de Al-Aqsa, visando uma futura tomada da capital israelense, Jerusalém.

De acordo com Jewish News Syndicate, o Sheikh Amira previu que o povo do Paquistão se juntaria ao califado e viria a Jerusalém como conquistadores e libertadores da mesquita de Al-Aqsa, que fica no local onde antes ficava o Templo de Salomão.

“O Afeganistão deve declarar o estabelecimento do segundo califado guiado com razão, que segue o ‘Caminho do Profeta’, e não apenas um emirado islâmico”, disse ele.

As declarações foram postadas no YouTube em 21 de agosto pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio (MEMRI).

“Em breve, o povo do Paquistão expulsará seus governantes traiçoeiros, se juntará ao califado e o seguirá. Todos os países do Vale de Fergana também o seguirão, e se juntarão a ele de forma rápida e surpreendente. Todos vocês virão a Jerusalém como conquistadores e libertadores da nossa mesquita de Al-Aqsa, que pertence também a você e a todos os muçulmanos”, disse ele segundo God Reports.

O Vale de Fergana é um vale da Ásia Central que se espalha pelo leste do Uzbequistão, sul do Quirguistão e norte do Tajiquistão. É uma área islâmica religiosamente conservadora sujeita à radicalização.

A queda do Afeganistão para o Talibã é vista por alguns observadores proféticos como algo que irá acelerar a formação de uma coalizão anticristo, que incluirá países do Oriente Médio, norte da África, Rússia e China que lançarão um ataque a Israel.

Com 80,0 bilhões de dólares em equipamento militar deixados pelos EUA no Afeganistão, é possível que o ataque a Israel inclua armas fornecidas pelos americanos.



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