Nesta quarta-feira (25), juntamente com o ditador da Rússia, Vladimir Putin, o ditador chinês, Xi Jinping, pediu ao Talibã que o seu governo no Afeganistão seja moderado para que construa uma política aberta e inclusiva.

Para que isso acontecesse, o país implementou políticas internas e externas mais brandas e cuidadosas para afastar grupos terroristas, mantendo relações diplomáticas com as nações vizinhas e o resto do mundo.

A declaração foi feita em uma videoconferência, é a primeira vez que Putin e Xi conversam sobre a crise no país.

Ambos líderes disseram que vão intensificar os esforços para lidar com a crise e fortalecer a comunicação com a comunidade internacional através de uma ação coordenada.

Líderes se preocupam com a segurança do Afeganistão

Xi também não escondeu o interesse de trabalhar com o ditador russo para impedir que “forças estrangeiras” destruam o país do Oriente Médio.

Todavia, o ditador da China ressaltou que respeita a soberania e independência do Afeganistão, e por isso, não tem a intenção de interferir nos assuntos internos do país.

Para eles, é preciso evitar que os riscos à segurança se alastre no Afeganistão e querem realizar uma missão no país depois que as tropas norte-americanas se retirarem, segundo a CNN.

Um dia antes, na terça-feira (24), o presidente Joe Biden, se reuniu com líderes do G7 para debater sobre o futuro do Afeganistão. Foi acordado que o prazo de retirada se manterá para o dia 31 de agosto.



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