O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, detalhou acusações contra o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), de que teria recebid propina em troca de sentenças favoráveis para políticos junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Toffoli foi ministro da Corte eleitoral de 2012 a 2016, tendo exercido o cargo de presidente do Tribunal entre os anos de 2014 e 2016.

De acordo com o R7, por tal de notícias da Record TV, Cabral detalhou as acusações através de depoimentos prestados para a Polícia Federal.

O R7 teve acesso ao vídeo onde Cabral aparece acusando o ministro de liderar um grupo de pessoas “para busca de vantagens indevidas” através de sentenças no TSE.

Para os investigadores, o ex-governador afirma que foi testemunha e atuou junto ao ministro para conseguir as sentenças.

“Tive a informação da prefeita Branca Motta, do município do Bom Jesus do Itabapoana […]. A prefeita Branca Motta é uma aliada minha durante os últimos 20 anos. Ela me relatou, em 2014, que tinha sofrido uma derrota no TRE [Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro] e estava recorrendo para não ser cassada no TSE”, relatou o ex-governador.

Ele relata que a então prefeita, por intermédio de José Luiz Solheiro, “encontrou a solução para conquistar com vantagens indevidas o voto de Dias Toffoli no Tribunal Superior Eleitoral”, acusou Cabral.

A assessoria do ministro nega as acusações e garante que Toffoli não tem conhecimento dos fatos mencionados pelo ex-governador do Rio.

Assista:



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