A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou nesta quinta-feira (20) as datas de início e término da Copa do Mundo Feminina de 2023, que será realizada na Austrália e na Nova Zelândia. O pontapé inicial será dado em 20 de julho, no Eden Park, em Auckland (Nova Zelândia). A final está marcada para 20 de agosto no Stadium Austrália, em Sydney (Austrália).

O anúncio ocorreu durante o 71° congresso da entidade, em Zurique (Suíça). Também foi definido o intervalo entre os dias 17 e 23 de fevereiro para realização da repescagem para a Copa, reunindo dez seleções (duas da Ásia, duas da África, duas das Américas Central e do Norte, duas da América do Sul, uma da Europa e uma da Oceania). As partidas serão disputadas nos países-sede, como evento-teste. Os três melhores se unem aos anfitriões e a outros 27 times previamente qualificados por torneios continentais. É a primeira vez que o Mundial Feminino contará com 32 equipes.

A Copa América Feminina do ano que vem, ainda sem local e datas confirmados, classifica as três melhores seleções à Copa de 2023. O Brasil é o maior vencedor do torneio, com sete taças em oito edições. O título de 2018, no Chile, fez a equipe canarinho ser a primeira representante brasileira confirmada na Olimpíada de Tóquio (Japão).

Ainda nesta quinta, a Fifa confirmou as datas de início e término das Copas do Mundo Femininas sub-17 e sub-20, no ano que vem. A primeira tem sede na Índia e está marcada entre os dias 11 e 30 de outubro. A segunda será realizada de 10 a 28 de agosto, na Costa Rica. Os eventos seriam disputados em 2020, mas tiveram que ser adiados por conta da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Nas duas competições, as vagas às seleções da América do Sul serão distribuídas conforme o desempenho nos respectivos Campeonatos Sul-Americanos. O sub-17, no Uruguai, ainda não está agendado. O sub-20 teve a primeira fase disputada em março do ano passado, na Argentina, com a definição de quatro classificados para um quadrangular final, sem data marcada até o momento. Brasil, Colômbia, Uruguai e Venezuela brigam por dois lugares na Costa Rica.



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