Na noite de segunda-feira (17), Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia, deu uma entrevista coletiva depois de uma reunião de gabinete no Complexo Presidencial em Ancara, na qual convocou organizações internacionais para lutar contra Jerusalém.

“Neste ponto, acreditamos que haja necessidade de um acordo separado em Jerusalém. Para alcançar paz e tranquilidade duradouras em Jerusalém, que contém os símbolos religiosos indispensáveis ​​de muçulmanos, judeus e cristãos, todos devem fazer sacrifícios”, disse Erdogan.

Para ele, Jerusalém precisa ser administrada por representantes das três religiões, pois caso isso não aconteça nunca será possível alcançar paz na cidade antiga.

Vale ressaltar que em 2020, Erdogan fez reivindicações dizendo que Jerusalém também é um direito dos turcos, talvez se referindo a uma área que já fez parte do Império Otomano de 1516 a 1917.

“Nesta cidade que partimos aos prantos durante a Primeira Guerra Mundial, ainda é possível encontrar vestígios da resistência otomana. Portanto, Jerusalém é nossa cidade, uma cidade nossa”, disse ele em um discurso político, ano passado.

Erdogan chama Israel de estado terrorista e assassino

Em seu discurso dessa semana, além de pedir à ONU, ao Conselho de Segurança da ONU e outras organizações para tirar Jerusalém dos judeus, ele se referiu a Israel como um “estado terrorista”:

“Este estado terrorista, que invadiu a privacidade de Jerusalém por um lado, enquanto bombardeava impiedosamente civis em Gaza e arrasava um prédio colossal que abrigava grupos da mídia por outro, é Israel”, disse Erdogan.

O presidente Turco também apontou que depois que Jerusalém foi declarada como a capital de Israel pelos EUA, o seu desejo de derramar sangue aumentou, chamando-o de “estado assassino”.

“Aqueles que não têm interesse na morte de criança

s palestinas por bombas estão apavorados que as crianças israelenses se assustem com o som dos mísseis. Veja isso! Deve-se ficar em silêncio quando as crianças são colocadas para dormir, não ser morto”, disse ele.

Erdogan também criticou o presidente dos EUA Joe Biden, por ter assinado um acordo de armas com Israel, segundo o Israel 365 News.



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