Mês passado a revista acadêmica Sociologia da Religião revisou um estudo que comprova o que a Palavra de Deus já revelou, que o Evangelho cresce mais em circunstâncias improváveis, mesmo sob forte perseguição.

Os autores Nilay Saiya e Stuti Manchanda, descobriram em seu estudo que onde os cristãos contam com apoio do governo sobre as questões de religiosa tendem a declinar.

Do contrário, o cristianismo espalha com muito sucesso em países que discriminam e perseguem os seguidores de Cristo, além de lugares que tem compromisso legal com o pluralismo religioso.

Estes são os países com nenhum ou pouco apoio oficial à fé e que os cristãos crescem rapidamente: Malawi, Uganda, Ruanda, Madagascar, Libéria, República Democrática do Congo e Angola, além da Tanzânia, Zâmbia e Quênia.

Agora os países que os cristãos estão em rápido declínio, e que têm apoio oficial religioso: República Tcheca, Bulgária, Letônia, Estônia, Albânia, Moldávia, Sérvia, Alemanha, Lituânia e Hungria.

Os perseguidos têm uma fé mais profunda em Jesus

As autoras argumentam então que os países que são oficialmente cristãos, pode fazer com que a crença em Jesus se torne mais uma questão cultural do que uma fé pessoal.

Por outro lado, nos países asiáticos, onde não existe uma fé oficial e foi adotado o pluralismo, a fé cristã se expandiu de forma impressionante.

“Considere o caso da Coréia do Sul, que no decorrer de um século deixou de ser um país sem cristianismo para se tornar um de seus maiores exportadores. Atualmente é o segundo maior emissor de missionários, atrás apenas dos Estados Unidos”, diz o artigo.

Dessa forma, é possível constatar que a fé daqueles que enfrentam perseguição por causa de suas convicções pode ser considerada mais profunda do que os que têm apoio da sociedade, segundo o estudo.



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