Mesmo diante de um clamor internacional contra as acusações da parlamentar democrata cristã, Päivan Räsänen, os promotores estaduais da Finlândia continuam sustentando a criminalização das declarações sobre casamento e sexualidade.

Segundo um procurador do Estado no gabinete do procurador-geral, as acusações criminais sobre a cristã é justificada como “discurso de ódio discriminatório” e punível sobre a lei finlandesa por ter declarado o ato homossexual é pecado.

“Enfatizamos que as acusações contra a Sra. Räsänen dizem respeito ao discurso de ódio, que é insultuoso, degradante e viola (a) dignidade dos homossexuais”, declarou Anu Mantila, advogado do National Prosecution Authority da Finlândia.

A parlamentar então foi acusada de acordo com a Constituição e o Código Penal finlandês, Capítulo 11, parágrafo 10, pelo Procurador-Geral de incitar ódio aos homossexuais com o seu discurso.

Os cristãos temem retaliação por se posicionar

No entanto, Mantila salientou que sua punição não é referente aos versículos bíblicos nem em relação a sua crença e religião, porém sua liberdade religiosa não pode ser usada para incitar o ódio às minorias.

Casada com um pastor luterano finlandês, a médica Räsänen foi acusada por comentários que fez em 2018 na TV em defesa da ética sexual cristã tradicional em um livreto de 2004.

Além de ter postado no Twitter que era contra o apoio da Igreja Luterano do país ao movimento do Orgulho LGBT.

Na última quarta-feira, uma mulher falou ao canal de TV finlandesa MTV3, que muitos cristãos estão com medo de falar da sua oposição ao Orgulho, por serem ameaçados de perder seu trabalho ou retaliações da sociedade, segundo o Christian Today.



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